terça-feira, 21 de dezembro de 2010

É caso para pensar...


1-
vao duas jovens a um café, no momento do pagamento o funcionário, já com mais uma década em cima, pisca o olho a uma com todo o descaramento. As duas olham-se incrédulas, contem o riso ao pagar e vao a dirigir-se para a porta quando o sujeito diz alto "ABRAÇO!"
a questão: será isto...
a) uma estratégia para ganhar clientela;
b) uma estra...tégia de engate;
c) uma estratégia para mostrar que o gajo é uma besta. ???
 
2- Numa tentativa de encontrar o elogio capaz de mexer com uma rapariga, um certo jovem tenta os comuns elogios: simpática, divertida, engraçada..., sem surtir grandes efeitos e numa tentativa já de desespero surge "Tu para mim és como a SUPER BOCK!". Sem dúvida original mas (e porque há sempre um más) o que quereria ele dizer com isto?
 
3- Na hora de jantar encontrava-se a família reunida à mesa, atenta ao telejornal, quando o ilustre apresentador  José Rodrigues dos Santos inicia uma espécie de apanhado dos melhores momentos de 2010. Entre muitos acontecimentos surge o tão comentado e visto incidente que houve com os mineiros no Chile.
Surge então, do nada, um comentário no mínimo caricato  do chefe de família:
"Sabem qual é a diferença entre o governo do Chile e o de Portugal?
(tudo se mantém em silêncio e ele continua...)
É que enquanto no Chile o governo investe  para tirar apenas alguns cidadãos do buraco, em Portugal o governo investe para enfiar mais de 10 milhões num buraco e este sem retorno!"
É caso para dizer: E o povo pah?

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Petiz

Duvido do benefício do sonho…
Quem sonha ostenta a ilusão,
E quem se ilude esquece a razão.

Serão, porém, minhas dúvidas pequenos anseios,
Pensamentos perdidos em meus devaneios,
Eu, homem de pés assentes no chão.

Firme! Inflexível!
Vivo de forma plausível,
Mas com desmedida melancolia em meu coração.

Sonhar? Não sei o que é!
Sem ser mar quis ter maré
E toda uma infância perdi.

Foi triste forma de crescer.
Sem lutar tudo poder ter,
Sem dor ou amor sentir.

Por um dia, somente,
Quero ser petiz!
Poder voar novamente
E acreditar que quem sonha, é feliz!

Vive já!


Não importa o ontem,
não projectemos o amanhã...
a vida é o agora,
é este momento,
é o que sentes...
Não penses, não pares, vive, JÁ!

Não sei se vivo...não sei se sou...


Será que fui...que sou? Ou o vento acaso me levou?
Ou estou eu ainda aqui?
Não sei se fui, se vou...
se ainda bate ou se parou,
este coração aqui.
Ah mas eu sei que vivo! Ou morto estou?
Se não morri algo estagnou,
pois o meu rio, essas lágrimas de humor,
já não flui...
Não sei que mal de mim se apoderou,
não sei quem fui, não sei quem sou,
mas a minha alma,
aquela sempre viva, tão pouco calma,
com essa...alguém ficou!
Não sei se vivo...não sei se sou...

É, parece que cheguei à universidade...



E diz o meu pai "Já acabaram as férias? É desta que vais levar a universidade a sério?"

Os pais são pais e por mais que os critiquemos só querem o melhor para nós.
No entanto...e sei que haverá por certo muita gente a concordar comigo, estudar e viver fora de casa dá aso a festas, borga, saídas, gastos...a e tentação é grande (enorme por vezes!) e parar, em certas circunstâncias, torna-se complicado.
Contudo é normal que nos primeiros tempos assim seja, existe o entusiasmo por viver tudo pela primeira vez e vivê-lo como se não houvesse amanhã.
Agora, eis a questão: Será que é apenas no começo ou há sempre desculpa para continuar o ritual durante o percurso universitário? É, talvez e assim só por mero acaso a segunda opção...
O que eu sei é que viver em Vila Real é a cada dia uma experiência e um teste a mim própria. Teste esse que, me parece, tem tido melhores resultados que muitos da universidade...
Histórias para contar já não faltam e as emoções estão ao rubro!
Visto isto pergunto eu: dá vontade de estudar?? A preguiça, a preguiça!!!









Há pessoas que marcam,
Há lugares que não se esquecem,
há momentos que não se apagam...

Palavras...


Nunca vejas nas palavras
a tradução fiel dos pensamentos.
O que se sente, o que se vive,
o que se é verdadeiramente,
não se traduz,
não se escreve,
não se resume,
não se percebe,
não vem apenas e só da tua mente,
vem do teu coração;
desse pedaço de ti que te torna gente.